Em tempos nos quais o noticiário é visto pelo feed do Instagram, a valorização dos veículos impressos, tidos como “antigos”, voltou a ganhar espaço, principalmente entre a geração Z
Em meados da década de 1990, o mundo viu o jornalismo começar a sofrer mudanças em seu formato. De repente, a forma mais comum, a impressa, foi abrindo espaço à versão digital e o jornalismo de um modo geral precisou de reinventar.
Segundo uma matéria recente da revista Fortune, o mercado de vinil, por exemplo, experimentou um crescimento significativo, com as vendas nos EUA subindo de US$ 14,2 milhões em 2006 para US$ 1,2 bilhão em 2022. No Reino Unido, alcançou 6,5 milhões de unidades vendidas em 2023. Tal movimento é impulsionado principalmente por jovens de 16 a 24 anos, que valorizam experiências musicais imersivas e itens físicos como uma forma de expressão pessoal.
Segundo o professor Edson Rossi em artigo publicado, oexcesso de velocidade traz duas coisas: o risco e a baixa qualidade. “O jornalismo na web nasce com a velocidade como DNA. Nessa velocidade está na essência dele ter nascido também menos denso, menos contextualizado. Muitas vezes, ele destruiu ferramentas que eram históricas no jornalismo como o lead. Muitas vezes, você lê a notícia e ela não tem as seis questões do lead sendo respondidas”.
A realidade é que conteúdos bons e ruins sempre existiram, assim como as fake news. Porém, com as redes sociais, esse tipo de conteúdo tornou-se frequente, principalmente porque hoje em dia é mais fácil realizar a publicação de notícias. Mas ainda existem bons jornais que realizam um trabalho de excelente qualidade, frisa o professor Edson Rossi.
O charme do estilo vintage
“O ato de folhear uma revista ou jornal oferece uma experiência sensorial e carrega consigo memórias afetivas importantes. O cheiro do papel, a textura das páginas e o design cuidadosamente elaborado criam um envolvimento que as telas não conseguem replicar por completo. Além disso, também sabemos que materiais impressos melhoram nossa retenção de informações e nossa memória”, ressalta Adilson Haddad, CEO do Grupo Zumm
Para ele, que criou a revista impressa Life Zumm, não se pode negar que a mudança reflete uma maturidade e uma busca por conexões mais profundas e autênticas no mundo off-line, sugerindo que os jovens também necessitam escapar do ruído digital e encontrar a calmaria de vez em quando.
Veículos impressos ganham fôlego em meio ao mundo digital
Em tempos nos quais o noticiário é visto pelo feed do Instagram, a valorização dos veículos impressos, tidos como “antigos”, voltou a ganhar espaço, principalmente entre a geração Z
Em meados da década de 1990, o mundo viu o jornalismo começar a sofrer mudanças em seu formato. De repente, a forma mais comum, a impressa, foi abrindo espaço à versão digital e o jornalismo de um modo geral precisou de reinventar.
Segundo uma matéria recente da revista Fortune, o mercado de vinil, por exemplo, experimentou um crescimento significativo, com as vendas nos EUA subindo de US$ 14,2 milhões em 2006 para US$ 1,2 bilhão em 2022. No Reino Unido, alcançou 6,5 milhões de unidades vendidas em 2023. Tal movimento é impulsionado principalmente por jovens de 16 a 24 anos, que valorizam experiências musicais imersivas e itens físicos como uma forma de expressão pessoal.
Segundo o professor Edson Rossi em artigo publicado, o excesso de velocidade traz duas coisas: o risco e a baixa qualidade. “O jornalismo na web nasce com a velocidade como DNA. Nessa velocidade está na essência dele ter nascido também menos denso, menos contextualizado. Muitas vezes, ele destruiu ferramentas que eram históricas no jornalismo como o lead. Muitas vezes, você lê a notícia e ela não tem as seis questões do lead sendo respondidas”.
A realidade é que conteúdos bons e ruins sempre existiram, assim como as fake news. Porém, com as redes sociais, esse tipo de conteúdo tornou-se frequente, principalmente porque hoje em dia é mais fácil realizar a publicação de notícias. Mas ainda existem bons jornais que realizam um trabalho de excelente qualidade, frisa o professor Edson Rossi.
O charme do estilo vintage
“O ato de folhear uma revista ou jornal oferece uma experiência sensorial e carrega consigo memórias afetivas importantes. O cheiro do papel, a textura das páginas e o design cuidadosamente elaborado criam um envolvimento que as telas não conseguem replicar por completo. Além disso, também sabemos que materiais impressos melhoram nossa retenção de informações e nossa memória”, ressalta Adilson Haddad, CEO do Grupo Zumm
Para ele, que criou a revista impressa Life Zumm, não se pode negar que a mudança reflete uma maturidade e uma busca por conexões mais profundas e autênticas no mundo off-line, sugerindo que os jovens também necessitam escapar do ruído digital e encontrar a calmaria de vez em quando.
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