De aliado a vilão, o uso dos celulares nas escolas virou pauta urgente e, com a chegada da Lei 15.100/25, passou a ser regulado em instituições públicas e privadas de todo o país
Na Escola Arte do Museu, onde a arte é essência da educação e o pensamento crítico, estético e ético é cultivado todos os dias, a transição para ambientes sem celulares foi tratada como oportunidade pedagógica.
Antes mesmo da proibição oficial, o tema já era debatido com os alunos em sala, nos Diálogos Contemporâneos e nos Laboratórios de Inovação, em reflexões sobre o impacto das tecnologias, a cultura das telas e os desafios da vida digital. Com a mudança, vieram também as adaptações e, com elas, descobertas. No lugar das notificações, escutamos risadas nos recreios.
Campeonato de ping-pongJogos diversosXadrez
No lugar das telas, surgiram livros, jogos, conversas, olhos nos olhos. A ausência do celular trouxe inquietações, claro. Mas também trouxe tempo, escuta e presença.
A tecnologia não desapareceu: foi ressignificada. Segue em sala de aula, com mediação, intenção e sentido como ferramenta e não distração.
Conteúdo educativoProjetos com Chromebook nas aulasJogos de Pebolim
Acreditamos que a criatividade é a melhor forma de se adaptar. E é com ela que nossos alunos seguem aprendendo a viver com arte, com afeto e com consciência
Um gato me contou…que sem celular, a criatividade se reinventou!
De aliado a vilão, o uso dos celulares nas escolas virou pauta urgente e, com a chegada da Lei 15.100/25, passou a ser regulado em instituições públicas e privadas de todo o país
Na Escola Arte do Museu, onde a arte é essência da educação e o pensamento crítico, estético e ético é cultivado todos os dias, a transição para ambientes sem celulares foi tratada como oportunidade pedagógica.
Antes mesmo da proibição oficial, o tema já era debatido com os alunos em sala, nos Diálogos Contemporâneos e nos Laboratórios de Inovação, em reflexões sobre o impacto das tecnologias, a cultura das telas e os desafios da vida digital. Com a mudança, vieram também as adaptações e, com elas, descobertas. No lugar das notificações, escutamos risadas nos recreios.
No lugar das telas, surgiram livros, jogos, conversas, olhos nos olhos. A ausência do celular trouxe inquietações, claro. Mas também trouxe tempo, escuta e presença.
A tecnologia não desapareceu: foi ressignificada. Segue em sala de aula, com mediação, intenção e sentido como ferramenta e não distração.
Acreditamos que a criatividade é a melhor forma de se adaptar. E é com ela que nossos alunos seguem aprendendo a viver com arte, com afeto e com consciência
Ciclos:
Contraturnos:
Escola Arte do Museu
www.artedomuseu.com.br
@escola.artedomuseu
(16) 3623 0336
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