O Mundo Robusti aposta em peças atemporais que ajudam a integrar lembranças familiares a ambientes contemporâneos
Mais que compor espaços, o design de interiores ganha novos sentidos quando acolhe memórias e se conecta com a história de quem mora ali. Nesse sentido, hoje cresce o desejo por composições que não apenas expressem estilo, mas que reflitam a trajetória de vida dos moradores.
É nessa interseção entre afeto e sofisticação que o Mundo Robusti aposta, a partir de móveis atemporais, capazes de dialogar com o passado sem abrir mão da elegância. O mobiliário, assim, deixa de ser mero objeto funcional ou decorativo e passa a carregar o simbolismo de vínculos, lembranças e heranças familiares.
Para Maura Robusti, diretora do Grupo Robusti, a sensibilidade está no equilíbrio: “O design pode e deve ser uma ponte entre o que somos hoje e o que trazemos da nossa história. Nossas peças acolhem esse passado com sensibilidade, estética e durabilidade. Ao propor um olhar mais afetivo e consciente sobre o morar, o design ganha profundidade”.
Com um catálogo personalizável em acabamentos, tecidos, couros e tonalidades, é possível adaptar os móveis a diferentes estilos de interiores, inclusive àqueles que preservam valor afetivo.
“A casa muitas vezes já guarda uma peça cheia de significado, que carrega a memória de alguém querido. Nosso desafio é selecionar cuidadosamente móveis que respeitem essa história e a complementem com harmonia e propósito”, explica Maura Robusti, diretora do Grupo Robusti.
Decoração contribui para contar histórias e preservar memórias
O Mundo Robusti aposta em peças atemporais que ajudam a integrar lembranças familiares a ambientes contemporâneos
Mais que compor espaços, o design de interiores ganha novos sentidos quando acolhe memórias e se conecta com a história de quem mora ali. Nesse sentido, hoje cresce o desejo por composições que não apenas expressem estilo, mas que reflitam a trajetória de vida dos moradores.
É nessa interseção entre afeto e sofisticação que o Mundo Robusti aposta, a partir de móveis atemporais, capazes de dialogar com o passado sem abrir mão da elegância. O mobiliário, assim, deixa de ser mero objeto funcional ou decorativo e passa a carregar o simbolismo de vínculos, lembranças e heranças familiares.
Para Maura Robusti, diretora do Grupo Robusti, a sensibilidade está no equilíbrio: “O design pode e deve ser uma ponte entre o que somos hoje e o que trazemos da nossa história. Nossas peças acolhem esse passado com sensibilidade, estética e durabilidade. Ao propor um olhar mais afetivo e consciente sobre o morar, o design ganha profundidade”.
Com um catálogo personalizável em acabamentos, tecidos, couros e tonalidades, é possível adaptar os móveis a diferentes estilos de interiores, inclusive àqueles que preservam valor afetivo.
“A casa muitas vezes já guarda uma peça cheia de significado, que carrega a memória de alguém querido. Nosso desafio é selecionar cuidadosamente móveis que respeitem essa história e a complementem com harmonia e propósito”, explica Maura Robusti, diretora do Grupo Robusti.
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