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medula ossea e medula-espinhal | crédito: Shutterstock
Saúde

Estudo sobre terapia promissora para lesões na medula espinhal é autorizado no Brasil

By Redação Zumm on 8 de janeiro de 2026

De acordo com o ministro da Saúde, a pesquisa com a polilaminina será um marco para pacientes e familiares

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, anunciaram a aprovação da 1ª fase do estudo clínico da polilaminina, substância presente em diversos animais e fruto de pesquisa nacional apontada como uma terapia promissora para o tratamento de lesões na medula espinhal. 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início da pesquisa para avaliar a segurança da aplicação do medicamento e identificar possíveis riscos para a continuidade do desenvolvimento clínico no tratamento do trauma raquimedular agudo, que é uma lesão da medula espinhal ou coluna vertebral.

No anúncio, o ministro destacou que a pesquisa será um marco importante para quem sofreu uma lesão medular e também para as suas famílias. “Cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada”, disse Padilha.

Resultados promissores

Apontado pelo ministro como uma “inovação radical”, a pesquisa com a polilaminina é uma tecnologia 100% nacional, destacou Safatle: “É uma pesquisa 100% nacional, que fortalece a ciência e saúde do nosso país”.

Os estudos são desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália, que será responsável por por coletar, monitorar e avaliar sistematicamente todos os eventos adversos, inclusive os não graves, garantindo a segurança dos participantes.

Segundo Padilha, a pesquisa já apresentou resultados promissores na recuperação de movimentos. Nesta 1ª fase, a pesquisa com polilaminina será realizada em cinco pacientes voluntários com lesões agudas da medula espinhal torácica entre as vértebras T2 e T10. Essas pessoas devem ter indicação cirúrgica ocorrida a menos de 72 horas da lesão.

* Com informações da Agência Brasil

Posted in Destaques Capa, Saúde.
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