Com a criação da Kria, pequenos investidores (a partir de R$1 mil) poderão investir em startups selecionadas pelo fundo de Venture Capital
O Kria, primeira empresa dedicada a captação de equity crowdfunding no Brasil, agora oferece controle de captable em sua plataforma, permitindo que os investidores acompanhem suas participações societárias, presentes e futuras.
Além do Kria, todas as plataformas do KRS, solução SaaS da empresa, voltada às novas plataformas de equity crowdfunding, contarão com o serviço, que foi desenvolvido em parceria com o Basement, plataforma para gestão de Incentivos de Longo Prazo (ILPs) e controle de quadros de participações (captable).
Com o objetivo de facilitar a compra e venda de ativos, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) flexibilizou, em julho deste ano, os limites para a participação de empresas na modalidade, bem como a abertura de transações subsequentes.
Camila Nasser, CEO do Kria, explica que, por conta dessas mudanças, a CVM passou a demandar que as empresas que participarem do equity crowdfunding sejam escrituradas ou tenham um controle de titularidade nas plataformas. “O mercado de escrituração, no entanto, ainda não tem a capacidade de atender as Pequenas e Médias empresas. Pensando nisso, agora o Kria passa a oferecer esse serviço, em parceria com uma empresa participante do Sandbox CVM, o Basement.” Ainda segundo Camila, outro ponto relevante é que isso já é a base para a consolidação de um sistema para transações subsequentes
O equity crowdfunding surgiu como alternativa para o financiamento de empreendedores e tem ganhado força, se tornado um importante instrumento de investimento em negócios de alto potencial de crescimento e retorno. De acordo com dados da CVM, o crescimento em relação ao volume captado no último ano foi de 123%, passando de R$ 84 milhões em 2020 para R$ 188 milhões em 2021. As novas regras também permitirão o surgimento de um ecossistema mais democrático, que dará origem a uma nova classe de investidores.
1ª plataforma de equity crowdfunding do Brasil oferece controle de captable para investidores
Com a criação da Kria, pequenos investidores (a partir de R$1 mil) poderão investir em startups selecionadas pelo fundo de Venture Capital
O Kria, primeira empresa dedicada a captação de equity crowdfunding no Brasil, agora oferece controle de captable em sua plataforma, permitindo que os investidores acompanhem suas participações societárias, presentes e futuras.
Além do Kria, todas as plataformas do KRS, solução SaaS da empresa, voltada às novas plataformas de equity crowdfunding, contarão com o serviço, que foi desenvolvido em parceria com o Basement, plataforma para gestão de Incentivos de Longo Prazo (ILPs) e controle de quadros de participações (captable).
Com o objetivo de facilitar a compra e venda de ativos, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) flexibilizou, em julho deste ano, os limites para a participação de empresas na modalidade, bem como a abertura de transações subsequentes.
Camila Nasser, CEO do Kria, explica que, por conta dessas mudanças, a CVM passou a demandar que as empresas que participarem do equity crowdfunding sejam escrituradas ou tenham um controle de titularidade nas plataformas. “O mercado de escrituração, no entanto, ainda não tem a capacidade de atender as Pequenas e Médias empresas. Pensando nisso, agora o Kria passa a oferecer esse serviço, em parceria com uma empresa participante do Sandbox CVM, o Basement.” Ainda segundo Camila, outro ponto relevante é que isso já é a base para a consolidação de um sistema para transações subsequentes
O equity crowdfunding surgiu como alternativa para o financiamento de empreendedores e tem ganhado força, se tornado um importante instrumento de investimento em negócios de alto potencial de crescimento e retorno. De acordo com dados da CVM, o crescimento em relação ao volume captado no último ano foi de 123%, passando de R$ 84 milhões em 2020 para R$ 188 milhões em 2021. As novas regras também permitirão o surgimento de um ecossistema mais democrático, que dará origem a uma nova classe de investidores.
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