Desde que comecei na comunicação, sempre admirei o economista e professor americano Philip Kotler, considerado o “pai do marketing moderno”. Aos 93 anos, esse homem ainda é uma referência no mercado e – mais que isso – continua sendo relevante. Prova é que, em breve, o Brasil recebe a tradução da sua recente obra “Marketing H2H: A Jornada para o Marketing Human to Human”.
Adilson Haddad, CEO do Mundo Zumm | Crédito: Érico Andrade
Estou falando dele porque essa ideia que chega a nós agora é algo no qual sempre acreditei e que, por isso mesmo, é a missão da Zumm – de quando era só uma revista, até hoje, que é um grupo 360: nossa comunicação é resultado de entender e nos relacionar com pessoas. As tecnologias podem vir para melhorar nossa assertividade, acelerar a produtividade, e facilitar a rotina. Mas, no fim do dia, nossa comunicação é humana e pautada pela empatia – por isso dá resultado.
Essa é uma das reflexões de Kotler na sua nova obra, ainda que direcionada ao marketing (que também faz parte do DNA Zumm). Ele reflete que atender os clientes vai além de oferecer e vender um produto. Relacionar-se com o cliente é compreendê-lo; é ter sensibilidade para suas necessidades. Isso uma máquina não faz. Então, quando ele propõe o modelo H2H, ele estabelece que o marketing – e eu, aqui, expando para toda a comunicação – deve criar relacionamentos que gerem valor mútuo, ou seja, que beneficiem tanto cliente quanto empresa. É uma abordagem humana para algo que está sendo tomado pelo artificial.
No Grupo Zumm, quando fazemos uma ativação pela ZX Eventos; criamos um audiovisual na ZFilms; divulgamos uma matéria no portal Mundo Zumm; ou compomos um texto para a Life Zumm, nosso objetivo é criar um universo que impacte as pessoas com a mensagem, criando experiência e memória positivas.
Evocando Kotler pela última vez, ele afirma que o propósito das marcas é visto como uma promessa. Então, aqui no Mundo Zumm, cumprimos a nossa de fazer com que a mensagem chegue como precisa a quem deveria – sempre com humanidade.
Comunicação é H2H
Por Adilson Haddad
Desde que comecei na comunicação, sempre admirei o economista e professor americano Philip Kotler, considerado o “pai do marketing moderno”. Aos 93 anos, esse homem ainda é uma referência no mercado e – mais que isso – continua sendo relevante. Prova é que, em breve, o Brasil recebe a tradução da sua recente obra “Marketing H2H: A Jornada para o Marketing Human to Human”.
Estou falando dele porque essa ideia que chega a nós agora é algo no qual sempre acreditei e que, por isso mesmo, é a missão da Zumm – de quando era só uma revista, até hoje, que é um grupo 360: nossa comunicação é resultado de entender e nos relacionar com pessoas. As tecnologias podem vir para melhorar nossa assertividade, acelerar a produtividade, e facilitar a rotina. Mas, no fim do dia, nossa comunicação é humana e pautada pela empatia – por isso dá resultado.
Essa é uma das reflexões de Kotler na sua nova obra, ainda que direcionada ao marketing (que também faz parte do DNA Zumm). Ele reflete que atender os clientes vai além de oferecer e vender um produto. Relacionar-se com o cliente é compreendê-lo; é ter sensibilidade para suas necessidades. Isso uma máquina não faz. Então, quando ele propõe o modelo H2H, ele estabelece que o marketing – e eu, aqui, expando para toda a comunicação – deve criar relacionamentos que gerem valor mútuo, ou seja, que beneficiem tanto cliente quanto empresa. É uma abordagem humana para algo que está sendo tomado pelo artificial.
No Grupo Zumm, quando fazemos uma ativação pela ZX Eventos; criamos um audiovisual na ZFilms; divulgamos uma matéria no portal Mundo Zumm; ou compomos um texto para a Life Zumm, nosso objetivo é criar um universo que impacte as pessoas com a mensagem, criando experiência e memória positivas.
Evocando Kotler pela última vez, ele afirma que o propósito das marcas é visto como uma promessa. Então, aqui no Mundo Zumm, cumprimos a nossa de fazer com que a mensagem chegue como precisa a quem deveria – sempre com humanidade.
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