Cães e gatos podem ser afetados da mesma maneira pelo frio. A distinção está na resistência das diferentes raças e dos cuidados que devemos ter com elas
Com a chegada do inverno e as baixas sensações térmicas, é preciso manter algumas atenções também com os pets. Isso porque, de forma geral, cães e gatos sentem da mesma maneira a mudança climática, porém cada raça, principalmente as caninas, reagem de um jeito.
Algumas espécies estão mais aptas ao frio do que outras – São Bernardo, Golden Retriever, Chow-chow e Samoiedas, por exemplo. Já os gatos, costumam sentir as baixas temperaturas da mesma maneira, independentemente da raça. Algumas podem ser mais resistentes à outra, mas sempre com sensibilidade às baixas sensações térmicas.
Para os gatos
Manoela de Oliveira Pinto, clinica geral de pequenos animais / Crédito: Proformat Fotografias
O Mundo Zumm convidou a veterinária clinica geral de pequenos animais Manoela de Oliveira Pinto para explicar melhor sobre o assunto e suas particularidades. “Os felinos possuem algo muito parecido com o ser humano nesta época do ano. A variação de temperatura que acontece ao longo do dia gera o que chamamos de estresse térmico e é ele que leva à queda na imunidade e desencadeia o chamado complexo respiratório”, ressalta a veterinária.
Sintomas como espirro, tosse, conjuntivite, salivação, febre, apatia, corrimento nasal e ocular, falta de apetite e úlceras na boca fazem parte desse conjunto, que pode afetar os gatos em qualquer época do ano, principalmente os felinos idosos e filhotes que tenham algum acometimento no sistema imunológico, ou vivam em locais com alta concentração de outros animais.
Para amenizar os problemas citados, podemos ter os seguintes cuidados:
– Deixá-los em locais com cobertores e camas que barrem correntes de vento;
– Manter a vacinação e vermifugação em dia, auxiliando na manutenção do sistema imunológico;
– Alimentá-los com ração de boa qualidade;
– Colocar roupinhas (em gatos que são acostumados).
Para os cachorros
A doença que mais acomete os cachorros nesses períodos do ano é a clássica “gripe”, conhecida também como “Tosse dos Canis” ou Traqueobronquite Infecciosa Canina. Ela pode ou não apresentar sinais clínicos e, geralmente, se resolve sozinha, ou seja, é autolimitante.
Em casos graves, há manifestação clínica com os seguintes sintomas: tosse seca ou produtiva, secreção ocular e nasal, emagrecimento do animal, febre, apatia e pneumonia ou Broncopneumonia.
A fim de amenizar o aparecimento dessa doença e manter o sistema imune, pode-se tomar algumas medidas como:
– Vacinação e vermifugação em dia;
– Fornecer ração de boa qualidade;
– Exercícios físicos regulares;
– Fazer visitas periódicas ao veterinário;
– Ter abrigo com cobertas e camas que peguem sol pela manhã;
De acordo com os testes realizados com 36 voluntários, os cães são capazes de diferenciar pessoas relaxadas e estressadas, apenas com o cheiro do suor e da respiração.
Saiba cuidar do seu pet durante os períodos de baixas temperaturas
Cães e gatos podem ser afetados da mesma maneira pelo frio. A distinção está na resistência das diferentes raças e dos cuidados que devemos ter com elas
Com a chegada do inverno e as baixas sensações térmicas, é preciso manter algumas atenções também com os pets. Isso porque, de forma geral, cães e gatos sentem da mesma maneira a mudança climática, porém cada raça, principalmente as caninas, reagem de um jeito.
Algumas espécies estão mais aptas ao frio do que outras – São Bernardo, Golden Retriever, Chow-chow e Samoiedas, por exemplo. Já os gatos, costumam sentir as baixas temperaturas da mesma maneira, independentemente da raça. Algumas podem ser mais resistentes à outra, mas sempre com sensibilidade às baixas sensações térmicas.
Para os gatos
O Mundo Zumm convidou a veterinária clinica geral de pequenos animais Manoela de Oliveira Pinto para explicar melhor sobre o assunto e suas particularidades. “Os felinos possuem algo muito parecido com o ser humano nesta época do ano. A variação de temperatura que acontece ao longo do dia gera o que chamamos de estresse térmico e é ele que leva à queda na imunidade e desencadeia o chamado complexo respiratório”, ressalta a veterinária.
Sintomas como espirro, tosse, conjuntivite, salivação, febre, apatia, corrimento nasal e ocular, falta de apetite e úlceras na boca fazem parte desse conjunto, que pode afetar os gatos em qualquer época do ano, principalmente os felinos idosos e filhotes que tenham algum acometimento no sistema imunológico, ou vivam em locais com alta concentração de outros animais.
Para amenizar os problemas citados, podemos ter os seguintes cuidados:
– Deixá-los em locais com cobertores e camas que barrem correntes de vento;
– Manter a vacinação e vermifugação em dia, auxiliando na manutenção do sistema imunológico;
– Alimentá-los com ração de boa qualidade;
– Colocar roupinhas (em gatos que são acostumados).
Para os cachorros
A doença que mais acomete os cachorros nesses períodos do ano é a clássica “gripe”, conhecida também como “Tosse dos Canis” ou Traqueobronquite Infecciosa Canina. Ela pode ou não apresentar sinais clínicos e, geralmente, se resolve sozinha, ou seja, é autolimitante.
Em casos graves, há manifestação clínica com os seguintes sintomas: tosse seca ou produtiva, secreção ocular e nasal, emagrecimento do animal, febre, apatia e pneumonia ou Broncopneumonia.
A fim de amenizar o aparecimento dessa doença e manter o sistema imune, pode-se tomar algumas medidas como:
– Vacinação e vermifugação em dia;
– Fornecer ração de boa qualidade;
– Exercícios físicos regulares;
– Fazer visitas periódicas ao veterinário;
– Ter abrigo com cobertas e camas que peguem sol pela manhã;
– Uso de roupinhas.
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