A qualidade do descanso impacta diretamente o bem-estar e a postura. Para ajudar a identificar o momento da troca, especialista dá três dicas
Acordar cansado, com dores nas costas ou no pescoço, mesmo após uma noite aparentemente longa de sono pode ser um sinal de alerta. Na maioria dos casos, o problema não está na quantidade de horas dormidas, mas na qualidade do descanso, diretamente ligada às condições do colchão. Quando ele já não oferece a sustentação adequada, o corpo passa a dormir em posições prejudiciais, comprometendo o bem-estar.
O cenário é ainda mais preocupante quando se observam os dados nacionais. Uma pesquisa do Ministério da Saúde, referente a 2024, revela que três em cada 10 brasileiros enfrentam problemas para dormir, incluindo quadros de insônia. O levantamento, que integra o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas, aponta ainda que 20% dos adultos dormem menos de seis horas por noite, índice mais elevado entre as mulheres. Esses números reforçam a importância de olhar para o sono como questão de saúde e para o colchão como um aliado essencial nesse processo.
Para Jeziel Rodrigues, especialista do sono da Anjos Colchões & Sofás, o item ainda é um dos produtos mais negligenciados quando o assunto é manutenção e troca. “O problema é que o desgaste nem sempre é visível. Com o tempo, o colchão perde a capacidade de sustentar corretamente a coluna, o que força o corpo a se adaptar a posições inadequadas durante o sono”, explica o profissional.
A qualidade do descanso impacta diretamente o bem-estar e a postura. Para ajudar a identificar o momento da troca e escolher o melhor modelo, o especialista selecionou três dicas que podem fazer a diferença. Confira:
Sinais de alerta
Afundamentos ou deformações na área onde o corpo se apoia, aumento de dores musculares ou na coluna ao acordar e a sensação constante de cansaço, mesmo após uma noite inteira de sono, indicam perda de sustentação. Em modelos de mola, rangidos e instabilidade também são alertas importantes.
Outro ponto de atenção são as crises alérgicas mais frequentes, já que colchões antigos acumulam ácaros, poeira e impurezas que afetam diretamente a saúde respiratória.
Densidade correta faz toda a diferença
Um aspecto ainda pouco considerado pelo consumidor é a densidade do colchão, que deve ser escolhida de acordo com o peso e a altura de quem vai utilizá-lo. Uma densidade inadequada, seja macia ou firme demais, compromete a postura e pode agravar problemas ortopédicos ao longo do tempo.
Tipos de colchões
Existem diferentes modelos no mercado, como os de molas, espuma ou látex, além de opções mais firmes ou mais macias. Cada tipo tem características próprias, com pontos fortes e limitações.
Por isso, não decida sem experimentar. Vá a lojas especializadas, teste várias alternativas e deite-se por alguns minutos nas posições em que costuma dormir. Esse contato direto ajuda a perceber como o colchão reage ao seu peso e à sua postura, tornando a escolha mais assertiva.
Dica extra: O mercado também evoluiu em soluções que vão além do conforto. Hoje, há modelos que incorporam tecnologias voltadas à saúde e ao bem-estar, como tecidos com tratamento antiácaro, sistemas de ventilação e até recursos terapêuticos que auxiliam na recuperação do organismo durante o sono.
Hora de trocar o colchão? Descubra os sinais de que o seu já ‘venceu’
A qualidade do descanso impacta diretamente o bem-estar e a postura. Para ajudar a identificar o momento da troca, especialista dá três dicas
Acordar cansado, com dores nas costas ou no pescoço, mesmo após uma noite aparentemente longa de sono pode ser um sinal de alerta. Na maioria dos casos, o problema não está na quantidade de horas dormidas, mas na qualidade do descanso, diretamente ligada às condições do colchão. Quando ele já não oferece a sustentação adequada, o corpo passa a dormir em posições prejudiciais, comprometendo o bem-estar.
O cenário é ainda mais preocupante quando se observam os dados nacionais. Uma pesquisa do Ministério da Saúde, referente a 2024, revela que três em cada 10 brasileiros enfrentam problemas para dormir, incluindo quadros de insônia. O levantamento, que integra o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas, aponta ainda que 20% dos adultos dormem menos de seis horas por noite, índice mais elevado entre as mulheres. Esses números reforçam a importância de olhar para o sono como questão de saúde e para o colchão como um aliado essencial nesse processo.
Para Jeziel Rodrigues, especialista do sono da Anjos Colchões & Sofás, o item ainda é um dos produtos mais negligenciados quando o assunto é manutenção e troca. “O problema é que o desgaste nem sempre é visível. Com o tempo, o colchão perde a capacidade de sustentar corretamente a coluna, o que força o corpo a se adaptar a posições inadequadas durante o sono”, explica o profissional.
A qualidade do descanso impacta diretamente o bem-estar e a postura. Para ajudar a identificar o momento da troca e escolher o melhor modelo, o especialista selecionou três dicas que podem fazer a diferença. Confira:
Sinais de alerta
Afundamentos ou deformações na área onde o corpo se apoia, aumento de dores musculares ou na coluna ao acordar e a sensação constante de cansaço, mesmo após uma noite inteira de sono, indicam perda de sustentação. Em modelos de mola, rangidos e instabilidade também são alertas importantes.
Outro ponto de atenção são as crises alérgicas mais frequentes, já que colchões antigos acumulam ácaros, poeira e impurezas que afetam diretamente a saúde respiratória.
Densidade correta faz toda a diferença
Um aspecto ainda pouco considerado pelo consumidor é a densidade do colchão, que deve ser escolhida de acordo com o peso e a altura de quem vai utilizá-lo. Uma densidade inadequada, seja macia ou firme demais, compromete a postura e pode agravar problemas ortopédicos ao longo do tempo.
Tipos de colchões
Existem diferentes modelos no mercado, como os de molas, espuma ou látex, além de opções mais firmes ou mais macias. Cada tipo tem características próprias, com pontos fortes e limitações.
Por isso, não decida sem experimentar. Vá a lojas especializadas, teste várias alternativas e deite-se por alguns minutos nas posições em que costuma dormir. Esse contato direto ajuda a perceber como o colchão reage ao seu peso e à sua postura, tornando a escolha mais assertiva.
Dica extra: O mercado também evoluiu em soluções que vão além do conforto. Hoje, há modelos que incorporam tecnologias voltadas à saúde e ao bem-estar, como tecidos com tratamento antiácaro, sistemas de ventilação e até recursos terapêuticos que auxiliam na recuperação do organismo durante o sono.
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