Com direção de Luiza Shelling Tubaldini, o longa “Love Kills” foi viabilizado pela lei municipal Paulo Gustavo municipal e pela RP Cine
Definido como um terror-romantasia, o filme “Love Kills” chegou às telonas de todo o país, carregando em seu DNA uma forte ligação com Ribeirão Preto. A diretora, roteirista e produtora Luiza Shelling Tubaldini, responsável pela direção do longa, foi criada na cidade, enquanto Edgard de Castro, produtor do filme, também é ribeirão-pretano e diretor institucional da RP Cine (Film Commission da Região Metropolitana de Ribeirão Preto).
O projeto contou ainda com financiamento da Lei Paulo Gustavo, uma normativa municipal, e com o apoio institucional da RP Cine, que tem como missão fomentar e estruturar a produção audiovisual na região metropolitana, composta por 34 municípios e cerca de 1,7 milhão de habitantes. Ela atua desde 2022 articulando produtores, instituições de ensino e poder público, e já apoiou outras produções, como a série “DNA do Crime”.
Cenas do filme “Love Kills”
Em junho de 2025, como contrapartida cultural da lei de incentivo, a produção de “Love Kills” realizou três dias de oficinas abertas em Ribeirão, reunindo profissionais e estudantes locais do audiovisual. As oficinas contaram com as presenças de Amanda Mendes, Fernanda Camargo e Magali Assenço, produtora executiva do filme, e foram encerradas com uma aula conduzida pela própria diretora Luiza.
Um filme internacional
O percurso de “Love Kills” no circuito internacional de festivais, antes de chegar ao público brasileiro, já seria suficiente para marcar o longa como um dos destaques do cinema nacional em 2026.
Poster do filme “Love Kills”
O filme estreou mundialmente no Festival de Sitges, na Espanha (o maior evento de cinema de gênero do mundo); competiu na Première Brasil do Festival do Rio, no qual conquistou o prêmio de “Melhor Som”; esteve na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; e participou do BIFFF (Festival Internacional de Cinema Fantástico de Bruxelas), em abril deste ano. Antes disso, o projeto havia sido apresentado ao mercado mundial no Marché du Film do Festival de Cannes.
Para filmes de gênero, um segmento historicamente sub-representado nos grandes festivais brasileiros, essa trajetória é inédita. “Fazer cinema de fantasia e gênero no Brasil é em si uma aventura. Poder realizar um filme de vampiros no Brasil, levado a sério, é um desafio delicioso. Contar com a validação do mais importante festival de fantasia do mundo e do mais respeitado festival nacional tem sido um reconhecimento muito especial”, afirma Luiza Shelling Tubaldini.
O enreo
“Love Kills” é uma adaptação da aclamada graphic novel homônima de Danilo Beyruth. No centro de uma São Paulo devastada pelas drogas, a jovem vampira Helena (interpretada por Thais Lago, de “DNA do Crime” e “3%”) frequenta um estranho café na metrópole e cativa o garçom Marcos, vivido por Gabriel Stauffer (“De Volta aos 15”). Na medida em que ele descobre os segredos dela e o submundo da cidade, é arrastado para uma trama perigosa de intrigas imortais.
Confira o trailer:
O longa funde terror, romance e crítica social, usando o universo dos vampiros como alusão para traumas, exclusão e construção de identidade. “Vampiros são uma metáfora muito atual”, resume a diretora.
‘Love Kills’, terror-romantasia com DNA ribeirão-pretano, chega aos cinemas
Com direção de Luiza Shelling Tubaldini, o longa “Love Kills” foi viabilizado pela lei municipal Paulo Gustavo municipal e pela RP Cine
Definido como um terror-romantasia, o filme “Love Kills” chegou às telonas de todo o país, carregando em seu DNA uma forte ligação com Ribeirão Preto. A diretora, roteirista e produtora Luiza Shelling Tubaldini, responsável pela direção do longa, foi criada na cidade, enquanto Edgard de Castro, produtor do filme, também é ribeirão-pretano e diretor institucional da RP Cine (Film Commission da Região Metropolitana de Ribeirão Preto).
O projeto contou ainda com financiamento da Lei Paulo Gustavo, uma normativa municipal, e com o apoio institucional da RP Cine, que tem como missão fomentar e estruturar a produção audiovisual na região metropolitana, composta por 34 municípios e cerca de 1,7 milhão de habitantes. Ela atua desde 2022 articulando produtores, instituições de ensino e poder público, e já apoiou outras produções, como a série “DNA do Crime”.
Em junho de 2025, como contrapartida cultural da lei de incentivo, a produção de “Love Kills” realizou três dias de oficinas abertas em Ribeirão, reunindo profissionais e estudantes locais do audiovisual. As oficinas contaram com as presenças de Amanda Mendes, Fernanda Camargo e Magali Assenço, produtora executiva do filme, e foram encerradas com uma aula conduzida pela própria diretora Luiza.
Um filme internacional
O percurso de “Love Kills” no circuito internacional de festivais, antes de chegar ao público brasileiro, já seria suficiente para marcar o longa como um dos destaques do cinema nacional em 2026.
O filme estreou mundialmente no Festival de Sitges, na Espanha (o maior evento de cinema de gênero do mundo); competiu na Première Brasil do Festival do Rio, no qual conquistou o prêmio de “Melhor Som”; esteve na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; e participou do BIFFF (Festival Internacional de Cinema Fantástico de Bruxelas), em abril deste ano. Antes disso, o projeto havia sido apresentado ao mercado mundial no Marché du Film do Festival de Cannes.
Para filmes de gênero, um segmento historicamente sub-representado nos grandes festivais brasileiros, essa trajetória é inédita. “Fazer cinema de fantasia e gênero no Brasil é em si uma aventura. Poder realizar um filme de vampiros no Brasil, levado a sério, é um desafio delicioso. Contar com a validação do mais importante festival de fantasia do mundo e do mais respeitado festival nacional tem sido um reconhecimento muito especial”, afirma Luiza Shelling Tubaldini.
O enreo
“Love Kills” é uma adaptação da aclamada graphic novel homônima de Danilo Beyruth. No centro de uma São Paulo devastada pelas drogas, a jovem vampira Helena (interpretada por Thais Lago, de “DNA do Crime” e “3%”) frequenta um estranho café na metrópole e cativa o garçom Marcos, vivido por Gabriel Stauffer (“De Volta aos 15”). Na medida em que ele descobre os segredos dela e o submundo da cidade, é arrastado para uma trama perigosa de intrigas imortais.
Confira o trailer:
O longa funde terror, romance e crítica social, usando o universo dos vampiros como alusão para traumas, exclusão e construção de identidade. “Vampiros são uma metáfora muito atual”, resume a diretora.
Leia também
Violada 360 junta música sertaneja e gastronomia ao vivo em uma pista de hipismo
A dupla Felipe & Rodrigo assumirá o palco do Violada 360 no …
Montagem de ‘O Pequeno Príncipe’ em Ribeirão será cheia de efeitos especiais
O espetáculo dirigido por Luiz Roberto Pinheiro terá três sessões no Theatro …
Começa a contagem regressiva para show do Capital Inicial em Ribeirão Preto
Turnê “Acústico 25 anos” do Capital Inicial em Ribeirão Preto acontece em …
5 livros escritos por mulheres negras que vale a pena ler
Consumir narrativas assinadas por escritoras negras brasileiras é um caminho potente para …