Dentro do sistema digestivo humano existe mais de 30 neurotransmissores, incluindo 50% de toda a dopamina e 90% da serotonina presentes no organismo, como explica a nutricionista Innara Bessa
Nunca se falou tanto na relação entre a alimentação e a saúde mental. Segundo um estudo publicado pelo Weizmann Institute of Science, de Israel, um homem de 1,70 m e 70 kg possui aproximadamente 30 trilhões de células humanas 39 trilhões de bactérias. Ou seja: o seu corpo contém mais células não humanas do que humanas.
Segundo Innara, essas células são microorganismos que formam a microbiota intestinal, que se transforma de acordo com os estímulos da dieta, uso de medicamentos, estilo de vida, exercício físico e o meio ambiente. Essas interações e são complexas, uma comunicação é feita através do nervo vago e do sistema nervoso central. As bactérias produzem neurotransmissores e possuem receptores que possibilitam comunicação com o cérebro, como o GABA, seretonina e acetilcolina, portanto, alterações na dieta, afetam a microbiota intestinal e desequilibram as produções de neurotransmissores.
O intestino é capaz de formar então o seu próprio sistema nervoso, responsável por coordenar tarefas como a liberação de substâncias digestivas e os movimentos que estimulam o bolo fecal a ir embora. “Esses circuitos operam sozinhos, ou seja, independem do comando cerebral.
“O eixo intestino-cérebro vive em comunicação e se algum dos lados falhar, o outro terá sinais equivocados gerando distúrbios em todo nosso corpo, como doenças neurológicas, obesidade, distúrbios emocionais e gastrointestinais”.
Como se fosse uma linha telefônica, de alta complexidade e de comunicação bidirecional,
Intestino: entenda por que ele é considerado nosso “segundo cérebro”
Dentro do sistema digestivo humano existe mais de 30 neurotransmissores, incluindo 50% de toda a dopamina e 90% da serotonina presentes no organismo, como explica a nutricionista Innara Bessa
Nunca se falou tanto na relação entre a alimentação e a saúde mental. Segundo um estudo publicado pelo Weizmann Institute of Science, de Israel, um homem de 1,70 m e 70 kg possui aproximadamente 30 trilhões de células humanas 39 trilhões de bactérias. Ou seja: o seu corpo contém mais células não humanas do que humanas.
Segundo Innara, essas células são microorganismos que formam a microbiota intestinal, que se transforma de acordo com os estímulos da dieta, uso de medicamentos, estilo de vida, exercício físico e o meio ambiente. Essas interações e são complexas, uma comunicação é feita através do nervo vago e do sistema nervoso central. As bactérias produzem neurotransmissores e possuem receptores que possibilitam comunicação com o cérebro, como o GABA, seretonina e acetilcolina, portanto, alterações na dieta, afetam a microbiota intestinal e desequilibram as produções de neurotransmissores.
O intestino é capaz de formar então o seu próprio sistema nervoso, responsável por coordenar tarefas como a liberação de substâncias digestivas e os movimentos que estimulam o bolo fecal a ir embora. “Esses circuitos operam sozinhos, ou seja, independem do comando cerebral.
“O eixo intestino-cérebro vive em comunicação e se algum dos lados falhar, o outro terá sinais equivocados gerando distúrbios em todo nosso corpo, como doenças neurológicas, obesidade, distúrbios emocionais e gastrointestinais”.
Innara Bessa, nutricionista
Leia também
HC de Ribeirão testa dispositivo inédito para tratar aneurismas cerebrais
O intuito é avaliar um novo redirecionador de fluxo sanguíneo que promete …
Como falar sobresaúde mental com crianças e adolescentes?
Famílias devem ficar atentas a mudanças de comportamento, isolamento e uso excessivo …
Distúrbios do sono atingem 72% dos brasileiros, diz estudo da Fiocruz
Insônia e apneia lideram as principais buscas por tratamento; problemas relacionados ao …
MultiSer promove Jornada de Autocuidado durante o mês de outubro
A programação abordará temas relacionados ao Dia Mundial da Paralisia Infantil, ao …