As crianças devem adotar o uso de máscara e a higienização das mãos com álcool em gel nesse período de volta às aulas, especialmente porque podem transmitir o vírus
A volta às aulas prevista para acontecer de forma gradual, a partir de fevereiro em diversas cidades, exige cuidados especiais e a adoção de novos hábitos para prevenir novos casos de Covid-19.
A médica Sílvia Fonseca, diretora corporativa de infectologia do Sistema Hapvida (do qual o Grupo São Francisco faz parte), afirma que, com a perspectiva do retorno às atividades em creches e escolas, é importante adotar medidas de prevenção para reduzir os riscos de contágio.
“É necessário prestar atenção nas crianças. A partir de dois anos, elas também precisam utilizar a máscara cobrindo o nariz e a boca, criar o hábito de sempre lavar as mãos e passar o álcool em gel para ficarem protegidas”, orienta.
Apesar da Covid-19 ter um impacto mais grave em pessoas idosas e com doenças crônicas ou condições que afetam o sistema imunológico, as crianças também exigem cuidados na prevenção e para conter a disseminação do vírus. É importante lembrar que, mesmo assintomáticas ou com sintomas “mais fracos”, elas podem transmitir o coronavírus para a quem está ao seu redor.
“Não é tão comum que uma criança tenha um quadro grave de Covid-19. Mas, ainda que assintomática, pode transmitir a doença para outras pessoas. Por isso, é importante ficar atento na volta às aulas, principalmente, em relação a resfriados, como nariz escorrendo, um pouco de febre, perda de apetite e dor de garganta”, explica Sílvia.
O que fazer para seu filho ficar mais protegido na volta às aulas?
As crianças devem adotar o uso de máscara e a higienização das mãos com álcool em gel nesse período de volta às aulas, especialmente porque podem transmitir o vírus
A volta às aulas prevista para acontecer de forma gradual, a partir de fevereiro em diversas cidades, exige cuidados especiais e a adoção de novos hábitos para prevenir novos casos de Covid-19.
A médica Sílvia Fonseca, diretora corporativa de infectologia do Sistema Hapvida (do qual o Grupo São Francisco faz parte), afirma que, com a perspectiva do retorno às atividades em creches e escolas, é importante adotar medidas de prevenção para reduzir os riscos de contágio.
“É necessário prestar atenção nas crianças. A partir de dois anos, elas também precisam utilizar a máscara cobrindo o nariz e a boca, criar o hábito de sempre lavar as mãos e passar o álcool em gel para ficarem protegidas”, orienta.
Apesar da Covid-19 ter um impacto mais grave em pessoas idosas e com doenças crônicas ou condições que afetam o sistema imunológico, as crianças também exigem cuidados na prevenção e para conter a disseminação do vírus. É importante lembrar que, mesmo assintomáticas ou com sintomas “mais fracos”, elas podem transmitir o coronavírus para a quem está ao seu redor.
“Não é tão comum que uma criança tenha um quadro grave de Covid-19. Mas, ainda que assintomática, pode transmitir a doença para outras pessoas. Por isso, é importante ficar atento na volta às aulas, principalmente, em relação a resfriados, como nariz escorrendo, um pouco de febre, perda de apetite e dor de garganta”, explica Sílvia.
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