Além da qualidade, vivências inesquecíveis fizeram o rótulo ser um dos preferidos do sommelier, que conta mais dessa história para o Zumm Review
Vinho Alma Negra Misterio | Crédito: Arquivo pessoal/Tio Limogi
Uma viagem com o objetivo de conhecer a produção de vinhos que acabou se transformando em um passeio gastronômico e artístico, além de uma aventura com direito à acidente de moto. Mais ou menos assim é a lembrança que o sommelier argentino – mas ribeirão-pretano de coração – Tio Limongi tem de sua visita à Bodega Tikal, produtora do Alma Negra, um de seus favoritos.
De acordo com ele, a qualidade do vinho impressiona e surpreende, inclusive porque não revelar quais uvas são utilizadas ou qual as proporções que entram no blend de cada rótulo. No Alma Negra Mistério, sua indicação, um blend secreto de uvas oriundas de Mendoza resulta em um produto com bastante estrutura e complexidade (taninos delicados). Na descrição dos produtores, é apresentado com “aromas a frutos vermelhos maduros, lembrando a geleia caseira de groselhas e alguns tons leves de café. Final longo e delicado”.
O conceito da Alma Negra é justamente criar vinhos misteriosos, a fim de que os sabores sejam julgados apenas pela percepção do degustador, sem influência de informações técnicas. Os rótulos são vendidos a uma média de R$230 a R$300.
“O Alma Negra Mistério é um de meus vinhos favoritos de Argentina pela qualidade e pela história inesquecível que tem para mim”, conta o também cozinheiro e diretor da Cervejaria SP330.
Vinícola Tikal, onde é produzido o vinho Alma Negra | Crédito: Arquivo pessoal/Tio Limogi
Uma visita inesquecível
Localizada em Vista Flores, no Vale do Uco, em Mendoza, uma das regiões viticultoras mais prestigiadas da Argentina, a Bodega Tikal possui 120 hectares de vinhedos orgânicos, cultivados com variedades como Malbec, Cabernet Sauvignon, Syrah, Bonarda e Torrontés – e foi entre todas elas que Tio Limongi viveu a aventura que descrevemos no início deste texto. Mas melhor deixar ele mesmo contar:
“Em 2013, eu tinha me formado como sommelier e fui, com mais duas pessoas, visitar profissionalmente bodegas de Mendoza. Depois de La Rural e Catena Zapata, finalizamos com a Bodega Tikal de Ernesto Catena. O lugar é maravilhoso, tem um labirinto de Malbec, quadra de polo e até lhamas andando pela vinícola, onde experimentamos a linha de espumantes – oito no total.
Quando pensamos que tudo tinha acabado, perto de meio dia, nos chamaram para ir à chácara do Ernesto [proprietário] comer umas pizzas. O lugar era incrível e começaram a abrir muitas garrafas de vinho – Animal, Siesta, Tikal, Alma Negra. Imagine uma tarde com vinhos orgânicos de qualidade absurda na casa de Ernesto Catena!
Já não fosse o bastante, tudo era combinado com arte e ainda fomos ver a sua coleção pessoal de motos antigas. Tinha até a réplica da moto ‘La Poderosa’, de Ernesto Che Guevara. E aí aconteceu o impensável: me perguntaram se eu queria dar um passeio em alguma das motocicletas. Saí numa Royal Einfield original inglesa, com minha esposa no sidecar. Ficamos andando pela chácara, uma delícia. Mas, no momento de voltar, bati o sidecar contra uma parede da casa. Queria me matar!”, confessa o sommelier, que hoje ri da situação e lembra com alegria desse dia de tantas emoções.
A aventura do sommelier em terras argentinas | Crédito: Arquivo pessoal/Tio Limogi
Os mistérios do Alma Negra, vinho argentino indicado por Tio Limongi
Além da qualidade, vivências inesquecíveis fizeram o rótulo ser um dos preferidos do sommelier, que conta mais dessa história para o Zumm Review
Uma viagem com o objetivo de conhecer a produção de vinhos que acabou se transformando em um passeio gastronômico e artístico, além de uma aventura com direito à acidente de moto. Mais ou menos assim é a lembrança que o sommelier argentino – mas ribeirão-pretano de coração – Tio Limongi tem de sua visita à Bodega Tikal, produtora do Alma Negra, um de seus favoritos.
De acordo com ele, a qualidade do vinho impressiona e surpreende, inclusive porque não revelar quais uvas são utilizadas ou qual as proporções que entram no blend de cada rótulo. No Alma Negra Mistério, sua indicação, um blend secreto de uvas oriundas de Mendoza resulta em um produto com bastante estrutura e complexidade (taninos delicados). Na descrição dos produtores, é apresentado com “aromas a frutos vermelhos maduros, lembrando a geleia caseira de groselhas e alguns tons leves de café. Final longo e delicado”.
O conceito da Alma Negra é justamente criar vinhos misteriosos, a fim de que os sabores sejam julgados apenas pela percepção do degustador, sem influência de informações técnicas. Os rótulos são vendidos a uma média de R$230 a R$300.
“O Alma Negra Mistério é um de meus vinhos favoritos de Argentina pela qualidade e pela história inesquecível que tem para mim”, conta o também cozinheiro e diretor da Cervejaria SP330.
Uma visita inesquecível
Localizada em Vista Flores, no Vale do Uco, em Mendoza, uma das regiões viticultoras mais prestigiadas da Argentina, a Bodega Tikal possui 120 hectares de vinhedos orgânicos, cultivados com variedades como Malbec, Cabernet Sauvignon, Syrah, Bonarda e Torrontés – e foi entre todas elas que Tio Limongi viveu a aventura que descrevemos no início deste texto. Mas melhor deixar ele mesmo contar:
“Em 2013, eu tinha me formado como sommelier e fui, com mais duas pessoas, visitar profissionalmente bodegas de Mendoza. Depois de La Rural e Catena Zapata, finalizamos com a Bodega Tikal de Ernesto Catena. O lugar é maravilhoso, tem um labirinto de Malbec, quadra de polo e até lhamas andando pela vinícola, onde experimentamos a linha de espumantes – oito no total.
Quando pensamos que tudo tinha acabado, perto de meio dia, nos chamaram para ir à chácara do Ernesto [proprietário] comer umas pizzas. O lugar era incrível e começaram a abrir muitas garrafas de vinho – Animal, Siesta, Tikal, Alma Negra. Imagine uma tarde com vinhos orgânicos de qualidade absurda na casa de Ernesto Catena!
Já não fosse o bastante, tudo era combinado com arte e ainda fomos ver a sua coleção pessoal de motos antigas. Tinha até a réplica da moto ‘La Poderosa’, de Ernesto Che Guevara. E aí aconteceu o impensável: me perguntaram se eu queria dar um passeio em alguma das motocicletas. Saí numa Royal Einfield original inglesa, com minha esposa no sidecar. Ficamos andando pela chácara, uma delícia. Mas, no momento de voltar, bati o sidecar contra uma parede da casa. Queria me matar!”, confessa o sommelier, que hoje ri da situação e lembra com alegria desse dia de tantas emoções.
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