O renascimento da revista impressa não significa o fim do digital, mas o equilíbrio entre os dois mundos
Por Adilson Haddad
Parece contraditório, mas é real: em um mundo dominado por feeds infinitos e informação digital em velocidade máxima, as revistas impressas estão voltando com força. Esse retorno não é apenas nostálgico, mas é uma resistência criativa e um renovado padrão de consumo de conteúdo de qualidade. Após anos de migração massiva para o digital, o papel ressurgiu como um item de desejo, sinônimo de estilo e sofisticação.
A raiz desse fenômeno parece estar na “fadiga digital”. As pessoas estão cansadas do consumo descartável e passageiro, e buscam experiências mais sensoriais e profundas. Folhear uma revista, portanto, se coloca com um ato de presença ou um momento de pausa, que oferece uma sensação e uma memória afetiva que o digital não consegue.
Outro aspecto é o efeito de credibilidade provocado pelos meios impressos, que não é alcançado pelo digital, inundado de informações falsas ou superficiais.
Nesse cenário, as revistas não tentam mais competir com a velocidade das notícias em tempo real, mas sim oferecer uma leitura imersiva, intencional e de qualidade. Hoje, as páginas impressas funcionam ainda como objeto de desejo, em especial dentro do movimento do estilo vintage que está em alta, e são itens de colecionador (os famosos “coffee table books”).
Este renascimento não significa o fim do digital, mas o equilíbrio entre os dois mundos. Pela articulação de veículos como a Life Zumm e o Portal Zumm, por exemplo, o impresso se integra ao online, criando um modelo híbrido no qual o papel é o conteúdo de autoridade e materialidade, enquanto o digital representa a velocidade e as possibilidades de expansão.
É por isso que eu continuo apostando na revista impressa. Ela nunca deixou de existir; ela só foi ali passar por um rebranding. Agora, mais do que nunca, as pessoas querem voltar a possuir, não apenas acessar.
Queremos ter e não apenas acessar
O renascimento da revista impressa não significa o fim do digital, mas o equilíbrio entre os dois mundos
Por Adilson Haddad
Parece contraditório, mas é real: em um mundo dominado por feeds infinitos e informação digital em velocidade máxima, as revistas impressas estão voltando com força. Esse retorno não é apenas nostálgico, mas é uma resistência criativa e um renovado padrão de consumo de conteúdo de qualidade. Após anos de migração massiva para o digital, o papel ressurgiu como um item de desejo, sinônimo de estilo e sofisticação.
A raiz desse fenômeno parece estar na “fadiga digital”. As pessoas estão cansadas do consumo descartável e passageiro, e buscam experiências mais sensoriais e profundas. Folhear uma revista, portanto, se coloca com um ato de presença ou um momento de pausa, que oferece uma sensação e uma memória afetiva que o digital não consegue.
Outro aspecto é o efeito de credibilidade provocado pelos meios impressos, que não é alcançado pelo digital, inundado de informações falsas ou superficiais.
Nesse cenário, as revistas não tentam mais competir com a velocidade das notícias em tempo real, mas sim oferecer uma leitura imersiva, intencional e de qualidade. Hoje, as páginas impressas funcionam ainda como objeto de desejo, em especial dentro do movimento do estilo vintage que está em alta, e são itens de colecionador (os famosos “coffee table books”).
Este renascimento não significa o fim do digital, mas o equilíbrio entre os dois mundos. Pela articulação de veículos como a Life Zumm e o Portal Zumm, por exemplo, o impresso se integra ao online, criando um modelo híbrido no qual o papel é o conteúdo de autoridade e materialidade, enquanto o digital representa a velocidade e as possibilidades de expansão.
É por isso que eu continuo apostando na revista impressa. Ela nunca deixou de existir; ela só foi ali passar por um rebranding. Agora, mais do que nunca, as pessoas querem voltar a possuir, não apenas acessar.
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