Em Ribeirão Preto, o programa municipal apresenta resultados acima da média nacional e evidencia relevância de iniciativas de conscientização e tratamento
Segundo dados de 2022 da Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de pulmão representa 12,4% de todos os novos diagnósticos da doença no mundo e responde por 1,8 milhão de mortes por ano. No Brasil, o INCA (Instituto Nacional de Câncer) estima que a doença corresponde a 4,6% dos casos oncológicos registrados no triênio 2023-2025.
Já em Ribeirão Preto, em 2024, foram registrados 101 óbitos por neoplasia maligna de brônquios e pulmões, e, até agosto deste ano, já são 50 mortes confirmadas pela mesma causa. “O tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de câncer em todo o mundo. Quando analisamos os números locais e nacionais, fica evidente a necessidade de ampliar políticas de prevenção e programas de apoio ao fumante. Cada pessoa que consegue abandonar o cigarro representa um impacto direto na redução de novos casos da doença”, afirma Carlos Fruet, oncologista da Oncoclínicas Ribeirão Preto.
O médico reforça que os benefícios de abandonar o cigarro são sentidos rapidamente. “Em poucas horas sem fumar já é possível notar melhorias na circulação e na respiração. Com o tempo, o risco de desenvolver diferentes tipos de câncer e outras doenças graves cai de maneira significativa”, complementa.
Avanços em Ribeirão Preto
Na cidade, o Programa Municipal de Controle do Tabagismo tem alcançado resultados acima da média nacional. Em 2024, 574 pessoas participaram do tratamento oferecido, com índice de sucesso de 47%, contra cerca de 30% no país. Isso significa que 274 moradores conseguiram deixar o cigarro apenas no último ano.
Esses dados reforçam o papel estratégico das iniciativas locais na promoção de saúde e qualidade de vida. Para especialistas, parar de fumar continua sendo a medida mais eficaz de prevenção contra o câncer de pulmão e diversos outros tumores, além de reduzir riscos de doenças cardiovasculares, pneumonia e acidente vascular cerebral (AVC).
“Abandonar o cigarro é a decisão mais eficaz para reduzir o risco de câncer. Quanto mais cedo essa escolha for feita, maiores serão os ganhos em qualidade e expectativa de vida, principalmente quando acompanhada de orientação médica adequada”, finaliza Fruet.
Ribeirão Preto sai na frente no combate ao tabagismo
Em Ribeirão Preto, o programa municipal apresenta resultados acima da média nacional e evidencia relevância de iniciativas de conscientização e tratamento
Segundo dados de 2022 da Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de pulmão representa 12,4% de todos os novos diagnósticos da doença no mundo e responde por 1,8 milhão de mortes por ano. No Brasil, o INCA (Instituto Nacional de Câncer) estima que a doença corresponde a 4,6% dos casos oncológicos registrados no triênio 2023-2025.
Já em Ribeirão Preto, em 2024, foram registrados 101 óbitos por neoplasia maligna de brônquios e pulmões, e, até agosto deste ano, já são 50 mortes confirmadas pela mesma causa. “O tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de câncer em todo o mundo. Quando analisamos os números locais e nacionais, fica evidente a necessidade de ampliar políticas de prevenção e programas de apoio ao fumante. Cada pessoa que consegue abandonar o cigarro representa um impacto direto na redução de novos casos da doença”, afirma Carlos Fruet, oncologista da Oncoclínicas Ribeirão Preto.
O médico reforça que os benefícios de abandonar o cigarro são sentidos rapidamente. “Em poucas horas sem fumar já é possível notar melhorias na circulação e na respiração. Com o tempo, o risco de desenvolver diferentes tipos de câncer e outras doenças graves cai de maneira significativa”, complementa.
Avanços em Ribeirão Preto
Na cidade, o Programa Municipal de Controle do Tabagismo tem alcançado resultados acima da média nacional. Em 2024, 574 pessoas participaram do tratamento oferecido, com índice de sucesso de 47%, contra cerca de 30% no país. Isso significa que 274 moradores conseguiram deixar o cigarro apenas no último ano.
Esses dados reforçam o papel estratégico das iniciativas locais na promoção de saúde e qualidade de vida. Para especialistas, parar de fumar continua sendo a medida mais eficaz de prevenção contra o câncer de pulmão e diversos outros tumores, além de reduzir riscos de doenças cardiovasculares, pneumonia e acidente vascular cerebral (AVC).
“Abandonar o cigarro é a decisão mais eficaz para reduzir o risco de câncer. Quanto mais cedo essa escolha for feita, maiores serão os ganhos em qualidade e expectativa de vida, principalmente quando acompanhada de orientação médica adequada”, finaliza Fruet.
Leia também
OMS prevê que até 2030 metade da população mundial sofrerá com alergias
No Brasil, já são 61 milhões de pessoas sofrendo com algum tipo …
Médica da Hapvida afirma que a vacina é segura para as crianças
Médica pediatra e infectologista, Sílvia Fonseca esclarece dúvidas sobre a vacinação de …
Será que você está correndo riscos com o que consome na praia?
Latas de suco ou refrigerantes e as famosas raspadinhas podem não ser …
Entenda o que muda entre medicamento de referência, genérico e similar
Não é tudo igual, mas também não é diferente. Então, como funciona? …