Lei já aprovada permite que, a partir de maio de 2022, o exame realizado pelo SUS passe a englobar 14 grupos de doenças, oferecendo mais informações aos pais
A partir de maio de 2022, o Teste do Pezinho oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passará a rastrear até 53 tipos de doenças nos recém-nascidos. A lei que amplia o escopo de análise do exame para 14 grupos de enfermidades já foi divulgada no Diário Oficial da União.
Atualmente, o teste realizado por instituições públicas de saúde identifica seis tipos de doenças; são elas: fenilcetonúria; hipotireoidismo congênito; doença falciforme e outras hemoglobinopatias; fibrose cística; hiperplasia adrenal congênita; e deficiência de biotinidase. O exame é feito a partir do sangue coletado do calcanhar do bebê, preferencialmente entre o 3° e 5° dia após o nascimento.
Na rede particular, o teste já era feito de forma mais ampla, detectando um número maior de doenças, como toxoplasmose congênita, citomegalovírus, sífilis congênita, doença de chagas e HIV. Agora, essa possibilidade ficará acessível a mais pessoas.
“Essa ampliação ocorrerá de forma escalonada e caberá ao Ministério da Saúde estabelecer prazos para implementação de cada etapa do processo”, explicou o deputado Edmir Chedid, que havia apresentado projeto tornando obrigatória e gratuita a realização do exame no estado de São Paulo.
Teste que faz a diferença
Teste do Pezinho vai identificar até 53 doenças | Foto: Divulgação
A medida também servirá como reforço na luta contra doenças raras, já que é estimado que 13 milhões de brasileiros vivam com alguma enfermidade incomum. Já dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que existem de 6 a 8 mil doenças raras, que provocam a morte de 30% de seus portadores antes dos 5 anos de idade.
Também de acordo com a lei aprovada no Brasil, os profissionais de saúde deverão informar à gestante, nos atendimentos de pré-natal e de trabalho de parto, sobre a importância do Teste do Pezinho e as eventuais diferenças existentes entre as modalidades oferecidas no SUS e na rede privada de saúde.
Teste do Pezinho vai detectar até 53 doenças; hoje identifica seis
Lei já aprovada permite que, a partir de maio de 2022, o exame realizado pelo SUS passe a englobar 14 grupos de doenças, oferecendo mais informações aos pais
A partir de maio de 2022, o Teste do Pezinho oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passará a rastrear até 53 tipos de doenças nos recém-nascidos. A lei que amplia o escopo de análise do exame para 14 grupos de enfermidades já foi divulgada no Diário Oficial da União.
Atualmente, o teste realizado por instituições públicas de saúde identifica seis tipos de doenças; são elas: fenilcetonúria; hipotireoidismo congênito; doença falciforme e outras hemoglobinopatias; fibrose cística; hiperplasia adrenal congênita; e deficiência de biotinidase. O exame é feito a partir do sangue coletado do calcanhar do bebê, preferencialmente entre o 3° e 5° dia após o nascimento.
Na rede particular, o teste já era feito de forma mais ampla, detectando um número maior de doenças, como toxoplasmose congênita, citomegalovírus, sífilis congênita, doença de chagas e HIV. Agora, essa possibilidade ficará acessível a mais pessoas.
“Essa ampliação ocorrerá de forma escalonada e caberá ao Ministério da Saúde estabelecer prazos para implementação de cada etapa do processo”, explicou o deputado Edmir Chedid, que havia apresentado projeto tornando obrigatória e gratuita a realização do exame no estado de São Paulo.
Teste que faz a diferença
A medida também servirá como reforço na luta contra doenças raras, já que é estimado que 13 milhões de brasileiros vivam com alguma enfermidade incomum. Já dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que existem de 6 a 8 mil doenças raras, que provocam a morte de 30% de seus portadores antes dos 5 anos de idade.
Também de acordo com a lei aprovada no Brasil, os profissionais de saúde deverão informar à gestante, nos atendimentos de pré-natal e de trabalho de parto, sobre a importância do Teste do Pezinho e as eventuais diferenças existentes entre as modalidades oferecidas no SUS e na rede privada de saúde.
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