A crescente na busca por vinhos se dá ao reconhecimento clássico da categoria e apresenta grande potencial em suas diversas ocasiões
De acordo com dados da Associação Brasileira de Sommeliers, entre 2010 e 2021, o Brasil dobrou o número no consumo de vinhos, repetindo o bom desempenho em 2020. A conta de apreciadores cresceu de 22 milhões para 39 milhões nesse intervalo dos anos, como diz na pesquisa feita pela Wine Inteligence.
A crescente de novos consumidores que passam a degustar a bebida com maior regularidade se dá ao reconhecimento da categoria, mesmo que o mercado revele que o vinho brasileiro não é maduro e que ainda há muito a ser desenvolvido.
A base de consumidores regulares de vinho chegou a 51 milhões de brasileiros em 2022, isso significa que 36% da população adulta prova vinho ao menos uma vez por mês. Rafael Presotto, estudioso e grande apaixonado por vinho, deixa três dicas em suas diferentes composições e combinações. Veja a seguir:
Barolo Falletto di Serralunga 1999 do Bruno Giacosa
Um vinho da região de Barolo, no Piemonte (Itália), apresenta muito potencial de guarda e mesmo com muitos anos, possui muita acidez e tanino. Ao mesmo tempo são perfumados, lembrando rosa, violeta e aromas mais complexos como o couro. Esse é um exemplo de vinho extremamente gastronômico que deve ser decantado por um tempo antes de revelar todo seu potencial.
Crédito: arquivo pessoal
Champagne Bollinger Grand Anné 1996
O vinho espumante da região de Champagne, quando safrados são mais complexos que os sem safra – uma vez que são laçnados os safrados apenas em anos excepcionais. Eles podem ser guardados por muitos anos e terão características de brioche, pães, amêndoas e frutas em compota. Esses são mais gastronômico em comparação à um espumante mais jovem.
Crédito: arquivo pessoal
Osiris Tannat 2009 da Antígua Bodega Stagnari
O Osiris Tannat é um bom representando uruguaio da uva Tannat de vinho complexo e de guarda. Essa característica traz a tipicidade de ser tânico e apresentar muito corpo quando elaborado para mais tempo de envelhecimento e guarda. Tem pouca fruta – a não ser quando jovens – e é complexo no aroma e na boca. Aqui a combinação perfeita no paladar pede carnes gordurosas ou com sabor mais acentuado, como cordeiro (pratos típicos uruguaios).
Rafael Presotto revela três dicas de vinhos em suas diferentes composições
A crescente na busca por vinhos se dá ao reconhecimento clássico da categoria e apresenta grande potencial em suas diversas ocasiões
De acordo com dados da Associação Brasileira de Sommeliers, entre 2010 e 2021, o Brasil dobrou o número no consumo de vinhos, repetindo o bom desempenho em 2020. A conta de apreciadores cresceu de 22 milhões para 39 milhões nesse intervalo dos anos, como diz na pesquisa feita pela Wine Inteligence.
A crescente de novos consumidores que passam a degustar a bebida com maior regularidade se dá ao reconhecimento da categoria, mesmo que o mercado revele que o vinho brasileiro não é maduro e que ainda há muito a ser desenvolvido.
A base de consumidores regulares de vinho chegou a 51 milhões de brasileiros em 2022, isso significa que 36% da população adulta prova vinho ao menos uma vez por mês. Rafael Presotto, estudioso e grande apaixonado por vinho, deixa três dicas em suas diferentes composições e combinações. Veja a seguir:
Barolo Falletto di Serralunga 1999 do Bruno Giacosa
Um vinho da região de Barolo, no Piemonte (Itália), apresenta muito potencial de guarda e mesmo com muitos anos, possui muita acidez e tanino. Ao mesmo tempo são perfumados, lembrando rosa, violeta e aromas mais complexos como o couro. Esse é um exemplo de vinho extremamente gastronômico que deve ser decantado por um tempo antes de revelar todo seu potencial.
Champagne Bollinger Grand Anné 1996
O vinho espumante da região de Champagne, quando safrados são mais complexos que os sem safra – uma vez que são laçnados os safrados apenas em anos excepcionais. Eles podem ser guardados por muitos anos e terão características de brioche, pães, amêndoas e frutas em compota. Esses são mais gastronômico em comparação à um espumante mais jovem.
Osiris Tannat 2009 da Antígua Bodega Stagnari
O Osiris Tannat é um bom representando uruguaio da uva Tannat de vinho complexo e de guarda. Essa característica traz a tipicidade de ser tânico e apresentar muito corpo quando elaborado para mais tempo de envelhecimento e guarda. Tem pouca fruta – a não ser quando jovens – e é complexo no aroma e na boca. Aqui a combinação perfeita no paladar pede carnes gordurosas ou com sabor mais acentuado, como cordeiro (pratos típicos uruguaios).
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