O mercado precisa se adaptar rapidamente aos novos hábitos dos consumidores
Está cada vez mais comum ver funcionários de lojas e supermercados circulando pelo estabelecimento com um smartphone em mãos, enquanto separa alguns produtos; Antes, poderia até ser confuso, mas é só uma parte dos novos formatos de compra, que já fazem parte da nossa realidade.
A forma de consumir do brasileiro mudou no último ano, de acordo com um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Os dados mostram que 61% das pessoas passaram consumir mais através dos meios digitais. E a tendência é que esse comportamento continue no pós-pandemia.
Conversão rápida em todo lugar
O último ano deixou claro que a digitalização se tornou quase uma exigência para qualquer negócio. O faturamento do mercado cresceu 68%, passando de R$ 75,1 bilhões em 2019 para R$126,3 bilhões em 2020, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm).
Isso não significa, porém, o fim da loja física; mas mostra que o futuro está digital. Conforme o relatório da Mastercard SpendingPulse, o e-commerce brasileiro teve um crescimento de 75% em 2020 em comparação ao ano anterior. Com esse aumento, lojas, supermercados e comércio em geral precisaram se reinventar para garantir o volume de vendas.
Tendência on
Entre os setores que mais prosperaram no digital estão “hobby & livrarias” (+110%) e “drogaria” (+88,7%), ambos ligados aos novos hábitos dos consumidores devido aos longos períodos em casa para isolamento social. De acordo com o Retratos da Leitura no Brasil, a leitura foi o hobby que mais cresceu – em sites como o Estante Virtual, o aumento foi de 50%.
Já as vendas de drogarias estão diretamente ligadas aos protocolos de segurança implementados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Covid-19. Venda de álcool em gel, máscaras e luvas descartáveis foram os grandes responsáveis pela maior parte do faturamento.
Fique on: e-commerce brasileiro teve um crescimento de 75%
O mercado precisa se adaptar rapidamente aos novos hábitos dos consumidores
Está cada vez mais comum ver funcionários de lojas e supermercados circulando pelo estabelecimento com um smartphone em mãos, enquanto separa alguns produtos; Antes, poderia até ser confuso, mas é só uma parte dos novos formatos de compra, que já fazem parte da nossa realidade.
A forma de consumir do brasileiro mudou no último ano, de acordo com um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC). Os dados mostram que 61% das pessoas passaram consumir mais através dos meios digitais. E a tendência é que esse comportamento continue no pós-pandemia.
Conversão rápida em todo lugar
O último ano deixou claro que a digitalização se tornou quase uma exigência para qualquer negócio. O faturamento do mercado cresceu 68%, passando de R$ 75,1 bilhões em 2019 para R$126,3 bilhões em 2020, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm).
Isso não significa, porém, o fim da loja física; mas mostra que o futuro está digital. Conforme o relatório da Mastercard SpendingPulse, o e-commerce brasileiro teve um crescimento de 75% em 2020 em comparação ao ano anterior. Com esse aumento, lojas, supermercados e comércio em geral precisaram se reinventar para garantir o volume de vendas.
Tendência on
Entre os setores que mais prosperaram no digital estão “hobby & livrarias” (+110%) e “drogaria” (+88,7%), ambos ligados aos novos hábitos dos consumidores devido aos longos períodos em casa para isolamento social. De acordo com o Retratos da Leitura no Brasil, a leitura foi o hobby que mais cresceu – em sites como o Estante Virtual, o aumento foi de 50%.
Já as vendas de drogarias estão diretamente ligadas aos protocolos de segurança implementados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Covid-19. Venda de álcool em gel, máscaras e luvas descartáveis foram os grandes responsáveis pela maior parte do faturamento.
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