Fui conhecer o restaurante Charco e revisitar a Enoteca Saint VinSaint, que oferecem sabores originais a partir de diferentes conceitos
Aos poucos e ainda tomando todos os cuidados, estou voltando a descobrir novos sabores pela capital paulista. Adaptando seus espaços e limitando o acesso, os restaurantes estão com as portas abertas a fim de oferecer um pouco de alegria por meio da comida.
Minha felicidade mais recente veio de dois lugares com características bem particulares. A primeira das experiências foi no Charco, que, mesmo inaugurado em 2019, já ganhou o prêmio BiB Gourmand pelo Guia Michelin e que requer reserva com antecedência.
Localizado nos Jardins, perto do parque Trianon, o Charco oferece um ambiente muito intimista e charmoso, com uma zona aberta na entrada e decoração rústica. A assinatura dos pratos fica por conta do chef Tuca Mezzomo, um jovem gaúcho que aposta na cozinha autoral na brasa.
Frente às várias especialidades do restaurante, como pupunha, cogumelos tostados, abóbora defumada e creme de parmesão, optei pela experiência do menu degustação, que é feita em oito tempos. Nele, estão incluídos pratos com frutos do mar, vegetariano, pães de fermentação natural e chacrutaria. Tudo é feito no restaurante, que conta até com seu próprio secador de embutidos.
O menu degustação tem ainda uma harmonização impecável, feita com oito vinhos exclusivamente nacionais, produzidos na região Sul.
Sabores das estações
Também com criações originais, a Enoteca Saint VinSaint foi minha segunda parada. A casa tem como característica principal a cozinha sazonal, o que, no seu caso, significa o uso de matérias-primas 100% orgânicas e artesanais no menu, respeitando as estações do ano. Ela abriu suas portas em 2008, sendo pioneira no trabalho com vinhos naturais, orgânicos e biodinâmicos no Brasil.
Minha recomendação para quem quiser essa experiência fresca e natural, é visitar a Enoteca quinta ou sexta-feira à noite, quando tem jazz ao vivo de boa qualidade, ou ainda (e que foi minha opção!) no brunch de sábado e domingo, musicalizado por um delicioso chorinho ao vivo.
Menu autoral e cozinha sazonal garantem sabores únicos em SP
Fui conhecer o restaurante Charco e revisitar a Enoteca Saint VinSaint, que oferecem sabores originais a partir de diferentes conceitos
Aos poucos e ainda tomando todos os cuidados, estou voltando a descobrir novos sabores pela capital paulista. Adaptando seus espaços e limitando o acesso, os restaurantes estão com as portas abertas a fim de oferecer um pouco de alegria por meio da comida.
Minha felicidade mais recente veio de dois lugares com características bem particulares. A primeira das experiências foi no Charco, que, mesmo inaugurado em 2019, já ganhou o prêmio BiB Gourmand pelo Guia Michelin e que requer reserva com antecedência.
Localizado nos Jardins, perto do parque Trianon, o Charco oferece um ambiente muito intimista e charmoso, com uma zona aberta na entrada e decoração rústica. A assinatura dos pratos fica por conta do chef Tuca Mezzomo, um jovem gaúcho que aposta na cozinha autoral na brasa.
Frente às várias especialidades do restaurante, como pupunha, cogumelos tostados, abóbora defumada e creme de parmesão, optei pela experiência do menu degustação, que é feita em oito tempos. Nele, estão incluídos pratos com frutos do mar, vegetariano, pães de fermentação natural e chacrutaria. Tudo é feito no restaurante, que conta até com seu próprio secador de embutidos.
O menu degustação tem ainda uma harmonização impecável, feita com oito vinhos exclusivamente nacionais, produzidos na região Sul.
Sabores das estações
Também com criações originais, a Enoteca Saint VinSaint foi minha segunda parada. A casa tem como característica principal a cozinha sazonal, o que, no seu caso, significa o uso de matérias-primas 100% orgânicas e artesanais no menu, respeitando as estações do ano. Ela abriu suas portas em 2008, sendo pioneira no trabalho com vinhos naturais, orgânicos e biodinâmicos no Brasil.
Minha recomendação para quem quiser essa experiência fresca e natural, é visitar a Enoteca quinta ou sexta-feira à noite, quando tem jazz ao vivo de boa qualidade, ou ainda (e que foi minha opção!) no brunch de sábado e domingo, musicalizado por um delicioso chorinho ao vivo.
Leia também: Botanikafé: o cantinho mais charmoso de SP para tomar um brunch
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