A arquiteta considera a estética do que veste e escolhe para decorar sua casa uma forma de trazer à tona assuntos atuais como responsabilidade social e ativismo negro
Natural de Araraquara (SP), Stephanie Ribeiro traz do interior paulistano a paixão pelo simples e pelo trabalho artesanal. “Cresci vendo minha tia avó fazendo crochê e bordado. Hoje, quando escolho algo para ter ou vestir acho necessário ver a origem e a identidade daquela peça”, ressalta a apresentadora em uma descontraída entrevista em seu apartamento em São Paulo.
Logo na sala, a atmosfera multicolorida e repleta de itens decorativos garimpados em viagens reflete o gosto da arquiteta pelo trabalho autoral e nacional. Para Ste, que apresenta o programa Decore-se do GNT, o brasileiro precisa ressignificar a maneira como ele enxerga as próprias raízes.
“É preciso olhar para nossa influência indígena e africana. As estampas e as cores ligadas ao nosso povo é muitas vezes visto como feio, como é o caso das roupas típicas das mulheres baianas. Existe até uma frase problemática ‘você está baiano’ quando alguém está vestido de maneira não agradável. Por isso, é constante ver artistas daqui sendo mais valorizados lá fora do que em seu próprio país”.
Foto Reprodução do Instagram
Fashionista assumida, seu armário é uma vitrine da moda autoral brasileira. O mix bem pensado de cores e as peças de marcas que possuem processo de confecção manual são as preferidas dela. “Estou sempre em busca do que reflita minha identidade e minha subjetividade. Eu fui construindo essa narrativa a partir da minha história de vida”, finaliza.
Ste com o marido Tulio Custodio e o cão Basquiat em seu apartamento em São Paulo | Foto Reprodução do Instagram
Stephanie Ribeiro: representando a cultura nacional através da arte
A arquiteta considera a estética do que veste e escolhe para decorar sua casa uma forma de trazer à tona assuntos atuais como responsabilidade social e ativismo negro
Natural de Araraquara (SP), Stephanie Ribeiro traz do interior paulistano a paixão pelo simples e pelo trabalho artesanal. “Cresci vendo minha tia avó fazendo crochê e bordado. Hoje, quando escolho algo para ter ou vestir acho necessário ver a origem e a identidade daquela peça”, ressalta a apresentadora em uma descontraída entrevista em seu apartamento em São Paulo.
Logo na sala, a atmosfera multicolorida e repleta de itens decorativos garimpados em viagens reflete o gosto da arquiteta pelo trabalho autoral e nacional. Para Ste, que apresenta o programa Decore-se do GNT, o brasileiro precisa ressignificar a maneira como ele enxerga as próprias raízes.
“É preciso olhar para nossa influência indígena e africana. As estampas e as cores ligadas ao nosso povo é muitas vezes visto como feio, como é o caso das roupas típicas das mulheres baianas. Existe até uma frase problemática ‘você está baiano’ quando alguém está vestido de maneira não agradável. Por isso, é constante ver artistas daqui sendo mais valorizados lá fora do que em seu próprio país”.
Fashionista assumida, seu armário é uma vitrine da moda autoral brasileira. O mix bem pensado de cores e as peças de marcas que possuem processo de confecção manual são as preferidas dela. “Estou sempre em busca do que reflita minha identidade e minha subjetividade. Eu fui construindo essa narrativa a partir da minha história de vida”, finaliza.
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