Extratos de cajuzinho do cerrado e alecrim são potenciais larvicidas contra o Aedes aegypti, mosquito causador da dengue, zika e chikungunya
A natureza é cheia de antídotos poderosos para doenças há muito tempo conhecidas. Essa é a conclusão revelada por um estudo realizado no Centro Universitário de Brasília (CEUB), trazendo novas perspectivas no combate ao mosquito transmissor da dengue. Desenvolvido por Clerrane Santana, a pesquisa revelou o efeito larvicida de alguns extratos de plantas, como o cajuzinho do cerrado (Anacardium humile) e alecrim (Rosmarinus officinalis), explorando alternativas complementares aos inseticidas químicos convencionais.
Francislete Melo, professora de Ciências Biológicas do CEUB e orientadora do projeto, explica que a fitoterapia trabalha com uma mistura de componentes: “Acredita-se que seja a interação dessas moléculas que cause o efeito desejado. Os extratos testados são ricos em compostos fenólicos, que já são conhecidos por suas propriedades larvicidas”.
A pesquisadora Clerrane Santana destaca que a aplicação doméstica de extratos de plantas, como o alecrim, apresenta-se como uma alternativa simples, natural e de baixo custo para o controle das larvas do mosquito.
Ela indica esses extratos como estratégia complementar às medidas de controle já estabelecidas pelos órgãos de saúde. “Os resultados abrem caminho para a implementação de métodos mais sustentáveis e eficientes no combate ao Aedes aegypti, contribuindo para a redução das doenças transmitidas por esse vetor e para a preservação do meio ambiente”, completa.
‘Antídotos’ encontrados na natureza podem agir contra o mosquito da dengue
Extratos de cajuzinho do cerrado e alecrim são potenciais larvicidas contra o Aedes aegypti, mosquito causador da dengue, zika e chikungunya
A natureza é cheia de antídotos poderosos para doenças há muito tempo conhecidas. Essa é a conclusão revelada por um estudo realizado no Centro Universitário de Brasília (CEUB), trazendo novas perspectivas no combate ao mosquito transmissor da dengue. Desenvolvido por Clerrane Santana, a pesquisa revelou o efeito larvicida de alguns extratos de plantas, como o cajuzinho do cerrado (Anacardium humile) e alecrim (Rosmarinus officinalis), explorando alternativas complementares aos inseticidas químicos convencionais.
Francislete Melo, professora de Ciências Biológicas do CEUB e orientadora do projeto, explica que a fitoterapia trabalha com uma mistura de componentes: “Acredita-se que seja a interação dessas moléculas que cause o efeito desejado. Os extratos testados são ricos em compostos fenólicos, que já são conhecidos por suas propriedades larvicidas”.
A pesquisadora Clerrane Santana destaca que a aplicação doméstica de extratos de plantas, como o alecrim, apresenta-se como uma alternativa simples, natural e de baixo custo para o controle das larvas do mosquito.
Ela indica esses extratos como estratégia complementar às medidas de controle já estabelecidas pelos órgãos de saúde. “Os resultados abrem caminho para a implementação de métodos mais sustentáveis e eficientes no combate ao Aedes aegypti, contribuindo para a redução das doenças transmitidas por esse vetor e para a preservação do meio ambiente”, completa.
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